Drop 01 · 16 dias de ativismo

Sobre a Basta!

De onde viemos

A Basta! nasceu para transformar a roupa em linguagem pública contra a violência estrutural no Brasil: o feminicídio, o racismo estrutural, a misoginia e a radicalização masculina online.

A peça é um cartaz. Frase curta, tipo gigante, na linguagem do lambe. E todo número que a gente imprime sai com ano e fonte.

Quem faz

Fundador, Design e Operação

Marcos

Fundou a Basta! e cuida do desenho das peças e da operação da loja.

Idealizador e Curador de Conteúdo

Guilherme Pallesi

@guipaoficial

Cura o conteúdo da marca e é o rosto da coleção Não Compactuo. Fala de homem para homem, como quem parou de fugir da pauta, nunca como porta-voz de vítima.

"Eu não estou aqui para liderar essa pauta. Estou aqui para parar de fugir dela."

Somos dois homens falando de violência contra a mulher. A dor não é nossa, e nenhuma peça fala em nome das vítimas.

Quando mulheres, especialistas e organizações participarem, aparecem creditadas e remuneradas.

Propósito

Transformar o vestuário em linguagem pública contra a violência estrutural no Brasil.

Indignação sem prova vira estética.

Posição clara
A marca não é neutra, e não é partidária.
Fonte antes de frase
Nenhum número sem ano e publicação.
Recibo antes de discurso
Nenhum repasse anunciado sem valor, nome e comprovante.
Firmeza sem ódio
A gente ataca práticas, estruturas e discursos, nunca grupos de pessoas.
A voz da dor é de quem a vive
Homem não protagoniza dor de mulher; pessoa branca não protagoniza dor de pessoa negra.

O que a Basta! não é

  • Não é camiseta com frase: é cartaz que se veste, com fonte e recibo.
  • Não promete acabar com a violência: mostra o número, com a fonte.
  • Não reeduca homens: convida homens a não compactuar.
  • Não é canal de denúncia: em caso de violência, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 (Polícia Militar).
  • Não é partidária: nenhum candidato, partido ou número de urna.
  • Não dá desconto em cima de causa.
  • Não inventa prova social: nem contador, nem depoimento, nem "últimas peças".

A Basta! não é canal de denúncia. Em caso de violência, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 (Polícia Militar).

Fale com a gente

Dúvida sobre peça, pedido ou imprensa: por e-mail ou no Instagram.

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